Este ano, eu tive a pior experiência como cliente da minha vida. Eu comprei uma máquina de lavar fabricada por uma famosa empresa de eletrodomésticos. A máquina parou de funcionar após sete semanas.
Nos últimos meses eu eu passei pelo menos dois dias na fila para não mencionar incontáveis horas na lavanderia. Eu liguei para o atendimento ao cliente e para o atendimento ao cliente corporativo. Fui transferida doze vezes, desconectada nove e disseram que iriam ligar de volta (e não ligaram) seis vezes. Meu revendedor finalmente pressionou e substituiu o aparelho. Eu pensei que o pesadelo tinha acabado. Isso até que a mangueira da nova unidade soltou e começou um vazamento que inundou o chão e manchou as paredes até dois pés acima do chão. Obter reembolso por danos deveria ter sido fácil. Não foi. Foi torturante.
Meu palpite é que a alta administração não tem ideia do que seus clientes estão experienciando. Se eles tivessem, tenho certeza que iriam agir de modo que tudo se resolvesse corretamente. Então, eles não reconhecem o fracasso - ou reconhecem e não têm as habilidades de liderança para transformar o desempenho da empresa. De qualquer maneira, eles falharam comigo. No final, não é isso tudo que importa para os clientes?
Aqui estão cinco passos essenciais para que a experiência do cliente tenha um resultado positivo. Se você entender e seguir esses passos corretamente, você estará em boa forma para cumprir sua promessa como marca:
- Basear-se em uma missão: Definir claramente e comunicar sua missão, delineando quem é a sua empresa, o que você faz, e porque você faz isso é prática básica. Todos os funcionários precisam saber qual o alvo que estão tentando atingir.
- Estratégia clara: A liderança deve definir e comunicar uma estratégia sobre como a missão será cumprida. A missão define quem, o quê e por quê. A estratégia é como vamos fazê-lo. Coloque tudo lá fora para que todos possam ver.
- Alinhamento organizacional: Os departamentos de organização devem definir uma declaração de missão e um plano estratégico de apoio. Na central de atendimento, o como, deve incluir a estrutura organizacional e funções de apoio( administração, supervisor, contabilidade, WFM, QA, treinamento), requisitos de tecnologia, medidas de sucesso e um roteiro para fechar lacunas e cumprir a promessa de marca das organizações.
- Execução: É aqui que maioria das empresas falha. Certifique-se de que você tem as pessoas certas nas posições certas para fazer a estratégia virar realidade.
- Avaliar, reavaliar, refinar e repetir. As estratégias devem sempre evoluir para se adaptarem ao nosso ambiente em mudança. Empresas bem sucedidas avaliam continuamente o seu desempenho em relação à missão e conforme necessário, modificam ou reformulam processos ou implementam a tecnologia necessária, etc. e repetem, sempre repetindo.
Lembre-se, produtos falham de vez em quando. Os clientes percebem. Quando isso acontece, se você fizer tudo certo pelo bem do cliente, eles serão leais. Senão, você perde um cliente e eles contam à todos sobre a má experiência que tiveram. E clientes têm vozes bem altas hoje em dia.
Mau serviço é um negócio de risco
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Este artigo foi originalmente publicado na edição de setembro de 2016 do periódico mensal Contact Center Pipeline, que se concentra nas necessidades e desafios específicos do contact center.
A Paessler AG, especialista em soluções para monitoramento de rede, divulgou o resultado de uma pesquisa sobre os administradores de sistemas, com destaque para os desafios enfrentados pelos profissionais que atuam em pequenas e médias empresas. Mais de 650 administradores de sistemas ao redor do mundo participaram do levantamento, possibilitando uma visão geral sobre esse grupo diverso de profissionais e como eles se sentem em relação à profissão. Especialmente no Brasil, participaram da pesquisa 56 administradores de sistemas, de diferentes segmentos de mercado, como finanças, telecomunicações, saúde, bens de consumo, governo, transporte entre outros.
O levantamento foi composto por diversas perguntas, inclusive um ranking das variadas tarefas que os administradores exercem, quanto tempo levam na realização de cada uma e qual delas eles gostam mais, em uma escala de 1 a 5. O resultado mostrou que a maioria dos administradores passa a maior parte do tempo ocupado com tarefas de manutenção (nota média 3.60), suporte interno (3.52) e cuidando da segurança da TI (3.38). Mas, o que os administradores de sistemas realmente preferem é trabalhar na implementação de novos hardwares (4.31) e na avaliação de novas soluções (3.97). Para os brasileiros, a atividade menos apreciada é a de help desk (nota 2.45).
Além disso, quando questionados a cerca de quais serviços relacionados ao gerenciamento da TI estavam efetivamente planejando adotar, os mais citados foram virtualização, computação em nuvem, cibersegurança e gerenciamento de rede, enquanto poucos reportaram planos de gerenciamento de Big Data, Internet das Coisas (IoT), sistemas de hiperconvergencia ou rede definida por software. No Brasil, especificamente, a adoção de tecnologia de cibersegurança e de prevenção de shadow IT lideram o ranking.
CAMPO DE TRABALHO
Os profissionais que participaram da pesquisa estão em comum acordo de que o campo de trabalho deles está em constante mudança. Quase metade dos participantes (48.6%) relatou que a sua atividade passou por “algumas mudanças” nos últimos cinco anos, e 30% assumiram que sua carreira mudou completamente no mesmo período. Apenas 5,7% consideram que a sua atividade continua igual nos últimos cinco anos. E, enquanto o trabalho e a tecnologia seguem mudando, 39.7% não acreditam que os fabricantes e fornecedores de TI entenderam os desafios que eles enfrentam.
“Desde a fundação, a Paessler segue focada em oferecer suporte aos administradores de sistemas de pequenas e médias empresas, sem enrolação ou exageros, apenas disponibilizando uma ferramenta efetiva para ajudá-los no seu trabalho”, comenta Dirk Paessler, fundador e CEO da Paessler AG. “O relatório aponta a realidade dos administradores de sistemas, com algumas surpresas positivas - e negativas. Esse pessoal é a espinha dorsal da TI e merece o devido apoio, tanto das empresas em que trabalham como dos fabricantes de tecnologia”, resume.
OUTROS DESTAQUES:
40.8% dos participantes possuem nível superior, 23.6% têm treinamento vocacional e 35.6% aprendeu a atividade na prática do trabalho. No Brasil, a grande maioria (82%) tem curso superior.
Apenas 28.7% descrevem a si próprio como “especialista em TI”. A maioria se identifica como “generalista”. Entre os especialistas, virtualização (56.6%) e segurança (42.9%) são os tipos de especialização mais comuns.
Entre em contato com a Central 24 Horas e conheça melhor a Gestão de Indicadores Críticos . Paessler PRTG
Fonte: Paessler AG
As áreas de Comunicações Unificadas e Engajamento com o Cliente foram agitadas pelo burburinho provocado pela WebRTC - uma nova tecnologia para Web Real Time Communications (áudio, vídeo e transmissão de dados no navegador). Grande parte da repercussão é sobre “As empresas WebRTC”, referindo-se às novas empresas que constroem plataformas ou produtos com a nova tecnologia. Quem recorda os primórdios da internet, quando chamávamos as empresas simplesmente de “empresas de internet” ou “ponto com”? Esta visão limitada tende a fracassar, pois nossa missão é muito maior para se prender a detalhes.
A Genesys Interactive Intelligence se dedica ao desenvolvimento de softwares de comunicações de ponta para empresas e call centers, que ajudam a melhorar a experiência dos clientes finais, melhorar a eficiência dos operadores e trazer ferramentas mais modernas e inteligentes para usuários corporativos. WebRTC é apenas uma parte da complexa plataforma PureCloud. Ela nos ajuda na economia de custos para os nossos clientes, que não precisam mais comprar telefones físicos para cada operador. Nos ajuda a ter video-chats ágeis para reuniões eficientes e a oferecer o compartilhamento de tela sem a necessidade de download para interação cliente-operador.
Apesar de tudo isso, no entanto, ferramentas não nos definem. À medida que continuamos a inovar com novas tecnologias e melhorar a interatividade, não seremos vítimas de tecnologias obsoletas ou falhas e não iremos constantemente nos redefinir. Vamos alavancar nossas forças e manter o foco na nossa missão de liderar a indústria de envolvimento com o cliente, comunicações e colaboração em serviços nuvem.
Contect Center na Nuvem é a mais recente plataforma focada no engajamento com o cliente, um sistema escalável baseado em assinatura que também auxilia a interação de todo o negócio, através de um rico diretório corporativo, pesquisa “big data”, ad hoc e grupos, chats, video chats e recursos de compartilhamento de documentos.
por Xander Dumain